sex | 20 de setembro de 2019

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Dilézio apresenta principais dificuldades do setor têxtil em reunião em Brasília

O presidente do Sinditec, Dilézio Ciamarro, participou ontem (02/07) de reunião na Câmara Federal, em Brasília, com o presidente da Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção, deputado federal Marcos Pereira. Foram discutidas as principais propostas em tramitação no Congresso Nacional voltadas ao aumento da competitividade do produto brasileiro e gerar novos postos de emprego.

Estiveram também nesse encontro o presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), Fernando Pimentel, Luiz Arthur Pacheco, presidente do Sinditêxtil/SP, e o vereador Cláudio Peressim, presidente do Sindicato Têxtil de Santa Bárbara d’Oeste.

Dilézio apresentou ao deputado informações do setor, principalmente da nossa região, e as dificuldades enfrentadas pelas empresas. Também colocou o Sinditec à disposição para trabalhar pelo setor e contribuir no que for necessário. “Reconhecemos o importante trabalho que a Abit tem feito, na pessoa do seu presidente Fernando Pimentel, e estamos dispostos, no que for possível, a somar nesse trabalho. A situação ainda é crítica no setor têxtil. É necessário que medidas sejam adotadas com muita urgência para que as empresas voltem a investir, crescer e gerar empregos”, destacou.

A Abit citou que questões como tributação, ambiente macroeconômico, relações do trabalho, segurança jurídica, educação, meio ambiente, infraestrutura, eficiência do Estado/desburocratização, comércio internacional, política industrial e de inovação, produtividade da empresa e financiamento estão entre os principais temas apresentados pelos empresários para serem deliberados junto à Frente Parlamentar.

O deputado Marcos Pereira reafirmou seu compromisso com essa agenda, pela qual vem atuando desde sua passagem como ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. “Estamos trabalhando em favor da indústria nacional, proporcionando desenvolvimento, geração de divisas e empregos. Para a economia voltar a crescer, o país precisa avançar nas reformas estruturantes”, avaliou.  

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