Espaço de 2,5 mil m² abriga rico acervo da história do Município. Mais de R$ 2,5 milhões foram investidos no projeto
Nesta segunda-feira, 7 de dezembro, às 19h30, diretores do SINDITEC participam da inauguração do Centro de Documentação Histórica (CEDOC) da Fundação Romi, em Santa Bárbara d’Oeste.
O espaço guarda o rico acervo histórico da cidade de Santa Bárbara d’Oeste, arquivado pela instituição desde 1964, com documentos que datam de 1890 até os dias de hoje. Esta é a segunda fase de um projeto que nasceu em 2005, quando se iniciou o processo de catalogação e digitalização do acervo e a sua subsequente disponibilidade para acesso livre pela internet através do site da Fundação Romi.
A instituição investiu R$ 1 milhão na reforma e adequação do prédio que abrigará o CEDOC que contará com sete setores, porém, em todo o projeto foram investidos R$ 2,5 milhões (sendo R$ 900 mil advindo de patrocínio das Indústrias Romi, através da Lei Rouanet e aplicado na fase de catalogação, higienização e digitalização do acervo).
O Espaço Expositivo, com 1 mil m², contém uma exposição permanente da história de Santa Bárbara d’Oeste, mostrada através de textos, fotos, documentos, vídeos e objetos. Através de uma arquitetura especialmente criada para conduzir o visitante a acompanhar uma linha do tempo, a viagem pela história do Município parte dos tempos primitivos, passando pela fundadora, a cana-de-açúcar, os impactos das imigrações norte-americana e italiana, o desenvolvimento da indústria têxtil e metal-mecânica, o primeiro trator nacional, o primeiro automóvel e, enfim, a cidade contemporânea.
Para a Fundação Romi a importância deste projeto está em criar um elo afetivo da comunidade com a história da Santa Barbara d’Oeste. “Somente com a existência desse elo afetivo é que a população não ficará submissa à degradação do seu ambiente natural, econômico e social, não usufruirá egoisticamente de seus recursos, terá um olhar comprometido com o futuro, com as tradições locais, com as novas gerações, com a qualidade de vida social”, expõe o superintendente da Fundação Romi, Liu Fat Kam.